Instituto Federal de São Paulo (IFSP) Campus Bragança Paulista/SP Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) 3o. módulo Profa. Ana Paula Müller Giancoli paulagiancoli@ifsp.edu.br |
Figura 1: Representação de como a UML é composta
Fonte: Composição da UML
| Síntese dos Diagramas | |
|---|---|
| Diagrama | |
| 1. Diagrama Estrutural. | 2. Diagrama Comportamental. |
| 1.1. Diagrama de Classes. | 2.1 Diagrama de Atividades. |
| 1.2. Diagrama de Componentes. | 2.2. Diagrama de Caso de Uso. |
| 1.3. Diagrama de Objetos. | 2.3. Diagrama de Máquina de Estados. |
| 1.4. Diagrama de Estrutura Composta. | 2.4. Diagrama de Interação. |
| 1.5. Diagrama de Implantação. | 2.4.1. Diagrama de Sequencia. |
| 1.6. Diagrama de Pacotes. | 2.4.2. Diagrama de Comunicação. |
| 1.7. Diagrama de Perfil. | 2.4.3. Diagrama de Visão Geral de Interação. |
| 2.4.4. Diagrama de Temporarização. |
| Diagrama | Descrição | Utilização | Exemplos |
|---|---|---|---|
| Diagrama de Caso de Uso | - É um diagrama simples que mostra quem está usando o seu sistema e quais são os processos (funcionalidades) que eles executarão no sistema. | - Utilizado para documentar os fluxos de trabalho da Reunião de Requisitos e Análise. - Durante todo o desenvolvimento, todo o trabalho deve ser rastreável para retorno ao diagrama de Caso de Uso. - Linguagem simples, identifica os atores que utilizarão de alguma forma o software, bem como serviços. |
Figura 2: Exemplo de um Diagrama de Caso de Uso Fonte: Autoria própria |
| Diagrama de Classes | - É um diagrama que exibe um conjunto de classes no sistema e as suas associações e seus relacionamentos de herança entre as classes. - Os nós da classe também podem conter uma relação de atributos e operações. Na fase de análise, representa-se somente as classes, relacionamentos, atributos principais. |
- Utilizado para mostrar a estrutura do sistema e o que precisará ser programado. - A maioria das ferramentas case da UML podem gerar códigos baseados no Diagrama de Classes. |
Figura 3: Exemplo de um Diagrama de Classes Fonte: Autoria própria |
| Diagrama de Objetos | - É um diagrama que exibe as instâncias de objetos específicos e os relacionamentos entre eles. - Representa uma imagem da situação dos objetos do sistema em um determinado espaço de tempo. |
- Utilizado para esclarecer ou validar o Diagrama de Classes. - Fornece uma visão dos valores armazenados pelos objetos de um Diagrama de classes em um determinado momento da execução de um processo de software. |
Figura 4: Exemplo de um Diagrama de Objetos Fonte: Autoria desconhecida |
| Diagrama de Pacotes | - É um diagrama estrutural que representa os subsistemas ou sub-módulos englobados por um sistema de forma a determinar as partes que o compõem. | - Pode ser utilizado independente de outros diagramas ou em conjunto. - Utilizado também para auxiliar a demonstrar a arquitetura de uma linguagem, ou definir camadas de um software ou de um processo de desenvolvimento. |
Figura 5: Exemplo de um Diagrama de Pacotes Fonte: Guedes (2011) |
| Diagrama de Atividades | - É essencialmente um fluxograma com novos símbolos. - Esse diagrama representa o fluxo de atividades em um processo ou algoritmo. - São os passos a serem percorridos para a conclusão de uma atividade específica, podendo ser representada por um método com uma certa complexidade. |
- Utilizado para modelar os sistemas empresariais do mundo real durante o fluxo de trabalho da reunião de Requisitos. | Figura 6: Exemplo de um Diagrama de Atividades Fonte: Autoria própria |
| Diagrama de Comunicação (Colaboração) | - É um diagrama que mostra os processos a partir de uma perspectiva orientada a objeto. - A principal diferença é que o layout do diagrama de Colaboração concentra mais foco nos objetos e não na seqüência. |
- Utilizado para dar foco aos objetos em uma seqüência. - Os diagramas de colaboração são tipicamente mais difíceis de ler dos que os de Sequência. |
Figura 7: Exemplo de um Diagrama de Comunicação (Colaboração) Fonte: Guedes (2011) |
| Diagrama de Sequencias | - É um diagrama que mostra os processos a partir de uma perspectiva orientada a objeto, mostrando como um processo é executado por um conjunto de objetos e atores. - Preocupa-se com a ordem temporal em que as mensagens são trocadas entre os objetos envolvidos em um determinado processo. - Baseia-se em um caso de uso definido e apoia-se no Diagrama de classes para determinar os objetos das classes envolvidas em um processo. |
- Utilizado para atribuir responsabilidades às classes, considerando como elas podem funcionar juntas para implementar os processos no sistema. Isso é essencial. - É utilizado para identificar o evento gerador do processo modelado, bem como o ator e também, determina como o processo deve desenrolar e ser concluído por meio de chamada de métodos disparados por mensagens enviadas entre os objetos. |
Figura 8: Exemplo de um Diagrama de Sequencias Fonte: Autoria própria |
| Diagrama de Máquina de Estado | - É um diagrama que mostra como um determinado objeto altera o estado comportamental à medida que os diversos eventos acontecem. | - Utilizado para compreender os objetos que alteram os estados comportamentais de maneiras significativas. - Baseia-se em casos de uso. |
Figura 9: Exemplo de um Diagrama de Máquina de Estados Fonte: Guedes (2011) |
| Diagrama de Componentes | - É um diagrama que exibe os principais componentes de software de um sistema e como eles podem ser integrados. - Está amplamente ligado à linguagem de programação que será utilizada para desenvolver o software modelado. - Os diagramas de Componentes podem conter componentes de software não orientados à objeto, como códigos procedurais legados e documentos da web. Exemplo: código-fonte, bibliotecas, formulários, arquivos de ajuda, módulos executáveis. |
- Utilizado para mostrar como todos os componentes orientados à objeto e não OO se ajustam em seu sistema. - Essa também é uma boa maneira de observar a estrutura de software de alto nível do seu sistema. |
Figura 10: Exemplo de um Diagrama de Componentes Fonte: Guedes (2011) |
| Diagrama de Visão Geral de Implantação | - É uma variação do diagrama de atividade que fornece a visão geral dentro de um sistema ou processo de negócio. Surgiu na UML 2.0. | - Utilizado para mostrar como o sistema está relacionado ou mesmo um processo de negócio. | Figura 11: Exemplo de um Diagrama de Visão Geral de Implantação Fonte: Guedes (2011) |
| Diagrama de Implantação | - É um diagrama que determina as necessidades de hardware no sistema. - Representa as características físicas tal como, servidores, estações, topologias e protocolos de comunicação. - Todo o aparato físico sobre o qual o sistema será executado. |
- Utilizado para mostrar como será configurado um sistema distribuído. - Os componentes de software podem ser exibidos dentro dos nós de hardware para mostrar como serão implementados. |
Figura 12: Exemplo de um Diagrama de Implantação Fonte: Guedes (2011) |
| Diagrama de Estrutura Composta | - É um diagrama que descreve a estrutura interna de um classificador, como uma classe ou um componente. | - Utilizado para detalhar as partes internas que um classificador, como estas se comunicam e colaboram entre si. | Figura 13: Exemplo de um Diagrama de Estrutura Composta Fonte: Guedes (2011) |
| Diagrama de Tempo (Temporização) | - É um diagrama que descreve a mudança no estado ou condição de uma instância de uma classe ou seu papel durante um período. | - Utilizado para mostrar a mudança no estado de um objeto no tempo em resposta a um evento externo. | Figura 14: Exemplo de um Diagrama de Tempo (Temporização) Fonte: Guedes (2011) |
ADS - AOO - 3o. módulo.
Modelo e formato elaborado por profa. Ana Paula Müller Giancoli - BSD 2-Clause License. - Setembro.2020.